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auto-tradução

II Congresso Mundial de Empresários
das Comunidades Portuguesas e Lusofonia
2º semestre de 2016


Desde o início do meu primeiro mandato que tenho dedicado especial atenção ao papel desempenhado pelos empresários nas comunidades portuguesas dispersas por todo o mundo.

Sou testemunha do vosso esforço e do vosso mérito e é, por isso, com muito gosto, que me associo a este Congresso

Aníbal Cavaco Silva, Presidente da República

É também verdade - e a nossa história demonstra-o - que sempre que fomos empurrados para o Atlântico, nós vencemos. É essa a atitude que se exige a este novo Portugal neste momento de incertezas, neste tempo de turbulências. Vamos lutar, mas todos nós sabemos que vamos ser capazes de chegar a bom porto

Miguel Relvas, Ex-Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares

José Morais, empresário da construção civil que reside há largos anos nos Estados Unidos da América, teve oportunidade de se dirigir aos congressistas e à mesa, aproveitando para pedir que “se lembrassem (os governantes) que se esta (os empresários ali presentes) fosse a vossa «troika» Portugal estaria muito melhor”.

Sobre o tema do terceiro painel «Potencial dos empresários de língua portuguesa para o futuro da indústria das obras públicas, do imobiliário, materiais da construção civil, energias renováveis como plataformas para o desenvolvimento de Portugal», o empresário da construção civil e de mobiliário, mas também produtor de vinhos, entende que “a burocracia com os transportes é um grande problema”. “Não investimos mais no país por causa das burocracias”, disse José Morais, criticando sobretudo os portos e os processos alfandegários.

“Estamos aqui centenas de empresários, é sinal de que nós gostamos de Portugal”, afirmou também o empresário, lamentando a existência de “muitos entraves” aos negócios. Sobre a primeira edição do Congresso, José Morais defendeu ser “uma grande iniciativa”, da qual acredita que “podem surgir boas ideais”.

José Morais, Estados Unidos

Felipe Gomes, empresário português no Canadá, é presidente da F.G. International Corp, empresa que atua na área de consultoria de turismo e dono do restaurante Aroma, situado em London, Ontário. Felipe Gomes acaba de investir em Portugal e vai abrir um espaço de agro-turismo na zona da Arrábida. “Estou no Canadá há 25 anos e é com muita satisfação que invisto cá em Portugal agora. Em Setembro espero abrir este espaço de turismo que terá no início mais incidência no mercado do Canadá. Quero trazer grupos para terem contacto com a cozinha portuguesa. Os produtos vão sair ali da terra já que a propriedade tem hortas, galinhas, árvores de fruto, etc. Vai ser um espaço de lazer que vai unir a serra e o mar”, diz.

Felipe Gomes aproveitou para elogiar a organização deste Congresso referindo que o acha muito importante e por isso marcou presença. “Tive conhecimento deste Congresso e achei que não podia faltar. Preparei tudo na minha empresa e disse mesmo que Portugal me estava a chamar. Trago ideias que quero partilhar com todos. E deixe-me dizer-lhe que não estou nada arrependido”, disse o empresário português.

Felipe Gomes, Canadá

Estivemos reunidos durante dois dias e foi consensual que este movimento lusófono tem uma capacidade invejável, que deve ser aproveitada em outros projetos de nível mundial, transformando o nosso país no Centro do Mundo, no cumprimento da nossa vocação atlântica, confirmando definitivamente Portugal, Um País de Excelência do qual todos nos orgulhamos

Carlos Morais